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Weverton critica Flávio Dino e dispara: “não queria um novo líder, queria uma marionete”

Em entrevista a sabatina do grupo Mirante, o candidato ao governo do Maranhão, Weverton Rocha (PDT), criticou fortemente o ex-governador Flávio Dino (PSB) e disse que o grupo governista queria uma “marionete” para comandar o Estado.

Questionado se não seria contraditório ser oposição, uma vez que participou diretamente ou indiretamente por 7 anos e meio da gestão estadual, o pedetista garantiu que não e afirmou que alianças não são um cheque em branco.

Weverton disse ainda que já vinha discordando do governo desde as eleições municipais quando apoiou Eduardo Braide para prefeito de São Luís no segundo turno e revelou que sofreu retaliações em razão disso.

“Em nenhuma aliança você dar cheque em branco que você é obrigado a todo tempo concordar e abaixar a cabeça, eu já venho discordando do grupo que eu fazia parte desde a eleição municipal, quando nós decidimos apoiar o [Eduardo] Braide para prefeito no segundo turno, ali já houve retaliações e já não houve mais sintonia, já estava clareado a falta de sintonia” frisou.

E completou: “Agora nessa decisão que houve também ficou muito claro para mim: o grupo que eu fazia parte não queria um novo líder, eles queriam uma marionete, e eu não sou marionete, então isso me dá a condição de independência como eu sempre tive de me manter onde sempre estive.”

Na entrevista, Weverton expôs contradição de Flávio Dino ao dizer que era adversário do grupo Sarney para se eleger nas eleições anteriores e agora se alia aos opositores.

“Se você for ver, eu não saí de lugar nenhum, eu continuo no mesmo lugar, PDT a vida toda, o meu lado foi a vida toda. Eu não fiz campanha dizendo que o maior adversário do Maranhão era o grupo Sarney e agora eu me aliei a ele, por exemplo. Não! Eu mantive aqui na mesma linha, as mesmas convicções, que é o diálogo com a população do Maranhão. Quem saiu daqui não foi eu.”

O candidato pelo PDT foi questionado se teria sido diferente caso o ex-governador tivesse o escolhido. Para ele, sim, pois o ex-governador aprenderia a ouvir e admitir que a sua gestão tinha erros que precisavam ser corrigidos.

“Seria para ele. Porque ele estaria aprendendo a ouvir e admitir que tinha erros que precisam ser corrigidos. Se você não tem a capacidade de admitir que está errado em determinadas ações e que precisam ser melhoradas, como é que você vai pedir para o seu Estado ser melhor e também para você ser melhor?”

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